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[Filler Complexo #1] Merlin

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[Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Qui Out 26, 2017 5:28 pm

Integrantes: Merlin
Aldeia: Konoha - Se possível no passado do personagem -
Objetivo Extra: Conhecimento Básico sobre venenos
Rank da Missão: Avaliado posterior ao término
Narração: Narração Parcial
Detalhes: Nenhum
Rolamento de Aparição: Não


Última edição por Um em Qua Nov 22, 2017 2:06 am, editado 1 vez(es)
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Qui Out 26, 2017 5:42 pm

Objetivos - 1° Parte
- Descobrir interesse sobre Venenos (Por que? Pra que? Como?)
- Buscar conhecimento (Biblioteca ou outras fontes)
- Primeiras tentativas falhas

Cada parte/Capitulo deve possuir um titulo
Cada parte/capitulo deve conter ser postada separadamente
Cada parte/capitulo sera avaliada individualmente, existiram apenas duas chances em cada etapa para aprovação final em caso de falha


Última edição por Um em Sab Out 28, 2017 6:23 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Qui Out 26, 2017 5:42 pm

O membro 'Um' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'Clima - Konoha' :
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Merlin em Qui Nov 02, 2017 1:14 pm

Mais uma maneira de matar

"Me contavam sempre uma história... Nela havia todo jeito de matar... Eu aprendi...esfaquear...bater...esmagar....esses eram os mais fáceis"

- Merlin, você leu sobre esse método no livrinho que fiz pra você? - perguntava a mulher.
- li mamãe, eu li sim... - comentava Merlin.
- Muito bem, agora você vai me explicar então - Ela falava.
- mas...mas eu não sei lidar com isso mamãe - ele falava meio triste e sem jeito.

Os dois estavam em um quarto de pisos e paredes claras.

- Não sabe lidar? Você leu não é? - ela parecia brava.
- Sim...mas...mas, eu não sei lidar - ele falava já meio choroso.
- Merlin.... - ela pegava o menino pelo braço e então levava-o para o quarto escuro. - Se não sabe lidar, comecei a lidar - ela falava trancando a porta.

No quarto havia apenas uma pequena luz, fraca e pálida sobre um livreto escrito a mão. O menino se sentava na frente dele.

- eu ainda não sei lidar... - ele falava sozinho.

"Um veneno consiste em qualquer tipo de substância tóxica,  seja ela sólida, líquida ou gasosa, que possa produzir qualquer tipo de enfermidade, lesão, ou alterar as funções do organismo ao entrar em contato com um ser vivo, por reação química ou com as moléculas do organismo.

A diferença entre uma substância venenosa e uma substância farmacêutica ou mesmo nutricional é que um veneno é mortal em determinada dose e não tem qualquer função terapêutica.

Os venenos podem ser de origem Mineral, Vegetal, Animal ou Artificial."


- isso eu sei...mas, mas... Como vou lidar com isso? - Merlin se perguntava no escuro.

A porta se abria, já haviam passado cerca de 4 dias.

-  Merlin, me explique.... Depois que voce fizer isso vai poder comer - A mulher estava séria, mas falava de forma serena.
- eu...eu não sei lidar ainda com isso... Mas, mas...veneno...veneno é tudo que faz mal pro corpo de alguém...entra no corpo e machuca ele... veneno só serve pra matar... Não serve pra mais nada... Igual, igual eu... Né mamãe? - ele olhava de baixo pra cima para a mulher.
- Poderia ser melhor, mas por enquanto está bom. Pode comer - ela entregava comida para o menino que timidamente devorava o prato.

A mulher jogava no chão um saco com várias plantas.
- Aqui tem ingredientes, vá para o próximo capítulo do livro e me faça algum veneno bom, você tem uma hora Merlin, quando eu voltar acho bom estar pronto - ela comentava e saia do quarto trancando a porta.

O menino olhava as plantas e as imagens em seu caderno, ele seguia os passos picando e amassando as plantas, porém sem qualquer medição, pois em seu caderno realmente não havia nenhum tipo de numeração ou quantidade indicada. Assim o menino pegava várias floras de uma planta, colocava mais de outra é assim seguia.
Merlin fazia cerca de três misturas diferentes, com plantas e quantidades diferentes....

- Merlin - A porta se abria - vamos ver o que você fez - mulher pegava as três misturas e trancava a porta....

- mamãe? - ele reclamava no escuro . Já haviam se passado dois dias... Ele aparentemente havia falhado.

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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Sex Nov 03, 2017 9:51 pm

1° Parte - Aprovado

Objetivos - 2° Parte
- Buscar conhecimento sobre ingredientes
- Buscar e encontrar os ingredientes
- preparo da mistura

Cada parte/Capitulo deve possuir um titulo
Cada parte/capitulo deve conter ser postada separadamente
Cada parte/capitulo sera avaliada individualmente, existiram apenas duas chances em cada etapa para aprovação final em caso de falha
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Merlin em Qui Nov 16, 2017 6:17 pm

Noites na floresta


- Melin, venha - dizia a mulher.

O pequeno garoto e a mulher caminhavam pela casa, era uma das poucas ocasiões onde a mulher tirava o garoto do quarto.

- É um presente - ela entregava um novo livro, na capa havia escrito "plantas e ervas".
- presente? - o menino perguntava.
- sim, você preciso estudar esse livro, é um presente para que você cresça - a mulher falava. Porém não havia qualquer sinal de felicidade ou gentileza.
- onde vamos mamãe? - perguntava o menino andando atrás da mulher com o livro na mão.
- vamos passear hoje - ela comentava.

O menino começava a piscar e em um instante ele dormia. A mulher o pegava no colo.

- Merlin - ela falava.
O menino acordava deitado na grama, ao redor haviam apenas árvores e arbustos, a mata era extremamente fechada.
- Mamãe? Eu...eu não sei lidar ...- ele comentava temeroso.
- não sabe lidar não é hahaha comece então. Merlin, esse livro tem tudo o que você precisa saber... Nessa sacola tem comida para dois dias apenas, você só sairá daqui quando tiver estudado tudo e recolhido todas as plantas que estão marcadas aí em vermelho - ela dizia e sumia em uma fumaça.
- mamãe? Eu, eu não sei lidar com tudo isso - ele reclamava aos prantos sozinho na mata.

O menino ficava choramingando por alguns minutos e depois se voltava para se pequeno livro.
- Alamanda...Trepadeira arbustiva de belas flores amarelas. Usada na medicina popular por seu violento efeito purgante, a ingestão de suas folhas e flores, causa desarranjo intestinal que pode, inclusive levar a óbito. Como diz, e bem, a sabedoria popular, “essa flor mata cavalos”....- O menino olhava a imagem um pouco e depois seguia para a próxima - Tironhão ...Também conhecida como caládio ou tajá, é uma folhagem bicolorida, que se expande por rizomas e gosta da meia sombra. Muito agradável à vista, no entanto, é altamente tóxica, pois contém oxalato de cálcio em suas folhas e caules - Merlin ficava maravilhado com a cor avermelhada da folha e sorria só ver a planta no livrinho, depois de alguns instantes ele seguia para o próximo - coroa..de..de Cristo...coroa de Cristo, arbustiva espinhosa, com pequeninas flores vermelhas em grossos galhos que mais parecem arame farpado, tem que ser contida por podas freqüentes para que não ocupe todo o espaço à volta por sua agressividade. É planta leitosa que causa irritação de pele e mucosas e, as feridas causadas por seus espinhos são profundas e de difícil cicatrização - o menino lia as três plantas marcadas em vermelho, ele pegava a sacola com a comida e comia um pedaço de um pão já um pouco duro.
- A mamãe sempre me dá comida ruim...- ele Resmungava - eu n sei lidar com isso - Resmungava mais uma vez.

Merlin se levantava e começava a andar pela floresta, ele segurava a sacola de comida nos braços abracando-a no meio e o livrinho segurava junto

O menino já estava sujo, ele havia andando pelo menos umas 4 horas. Perambulava pela floresta a esmo sem saber a direção ou onde poderia encontrar as plantas.
- eu n sei lidar.... - ele reclamava a cada poucos passos.

O menino tropeçava em uma pedra fazendo com que a sacola com seus pâes caíssem e fossem espalhados a sua frente, além de deixar cair o livreto também.

O menino tentava recolher tudo rapidamente, mas um pequeno animal negro corria e pegava um dos seus pães. O menino arrumava a sacola e o livreto.

- me dá.... É meu...não sei lidar com você ....- ele reclamava.

O pequeno animal só virava de costas e saia correndo. No mesmo instante Merlin corria atrás dele instintivamente.

Claramente, o pequeno animal despistava Merlin no meio da mata, ele parava para descansar encostando-se me uma árvore, quando percebeu, estava bem de frente com uma das plantas! As folhas eram largas e avermelhadas, com as bordas verdes.
- ti... Tinhorão! - ele gritou.

O menino se levantava e começava a pegar as folhas, porem parava quase que imediatamente.
- não sei lidar com elas....- ele Resmungava.
Apesar de ser daquele jeito, ele sabia que sua mãe estava falando a verdade, ela não levaria ele embora. Assim ele continuava a arranjar mais e mais folhas.

Merlin precisava de um lugar para guardar seus pães, o livreto e as folhas que conseguisse pegar, ele largava as folhas que tinha arrancado na euforia no chão - uma casa...preciso de uma casa improvisada ... - Felizmente ele estava com sorte, o tronco no qual ele havia se recostado era oco por dentro com uma aberto do lado oposto em que ele se encontrava, assim o menino pegava sua sacola de pães , o livrinho e as folhas e colocava lá dentro.

O primeiro dia já estava acabando, e o medo de Merlin o fizeram ficar no tronco quieto, ele choramingava e comia o pão duro enquanto ouvida os barulhos "horríveis" da floresta, até que por fim adormecia.

O menino acordava com os primeiros raios de som e o pássaros cantando, ele não percebia, mas haviam poucos pães em sua sacola. Provavelmente algum animal noturno havia levado-os enquanto o menino dormia tranquilamente.

A floresta, apesar de amedrontadora para o menino, não era grande e nem repleta de animais monstruosos e selvagens...

Merlin levantava, comia um pão duro e pegava seu livreto saindo do tronco para procurar o resto das plantas.
- Eu não sei lidar com isso...Até quando vou ter de... - Ele reclamava enquanto andava pela grama alta.

O menino reclamava praticamente por toda a manha andando a esmo pela mata, ele encontrava próximo a um tronco caído várias flores rosadas com caules grossos e espinhentos.
- coroa! - ele falava alto - A coroa de cristo! - Merlin se alegrava pois faltava agora apenas uma planta para encontrar.

Merlin corria até as plantas e metia as mãos nos caules, mas ficava todo cortado por causa do espinhos. Ele chorava sentado no chão com as mãos sangrando. - Eu...Eu não sei lidar! Eu não sei mesmo lidar ! - Ele gritava em uma especie de dor, angustia e raiva. Raiva essa que o fizera continuar, mesmo com as mãos ardendo e sangrando, ele se levantava e pegava no caule puxando-o com toda sua força até que se partisse.

As mãos de Merlin estavam terríveis, ele jogava a planta no chão e chorava mais e mais, tirava os espinhos das mãos e esfregava elas na ferra e na grama em uma tentativa de tirar a dor. Ele pegava seu livreto e segurava a planta pelas folhas e folhes arrastando tudo enquanto voltava para o tronco.
- Espera...Onde..Onde é o tronco... - Ele resmungava perdido na floresta.

O menino ficava em desespero, ele não se lembrava onde o tronco com suas coisas estava, ele começava a correr na direção que havia vindo, porém parava, ele sabia que assim só se perderia mais.

Merlin olhava os arredores, ele buscava por marcas na grama e depois de alguns instantes conseguia encontrar, o menino seguia-as sempre atento para mais e mais marcas que pudessem dar uma luz de sua própria passagem pelo local, usava também sua memória fotográfica para se lembra de cada local que passou.

Demorou, era ja noite quando Merlin retornava ao retornava ao tronco. Ele largava a plana junto as folhas que havia retirado antes e sentava dentro do tronco. Suas mãos queimavam muito com por causa dos espinhos e ainda sagravam um pouco, afinal era dito que elas demorariam para estancar por causa das propriedades da coroa de cristo. 

Merlin fazia alguns selos e um chakra verde bem claro surgia em suas mãos, era extremamente básico, mas conseguia curar suas mãos, naquela idade ele já estava começando a aprender técnicas médicas.
- Se eu tivesse papel e tinta...Eu desenha ajuda ...Não sei lidar com isso - Ele resmungava recostado na arvore e dormia, sem nem mesmo comer, o cansaço acabava por falar mais alto.

O menino acordava morrendo de fome, for só ai que percebia que seus pães haviam acabado. Com certeza, os animais da floresta os tinham levado.
- Não sei lidar com comida.... - Merlin não pareci preocupado, ele já havia passado cinco dias sem comer, passar dois ou três não lhe fazia mais tanta falta, apesar dele não saber mais quanto tempo ficaria alí.

Merlin partia para sua terceira caçada, ele sabia que a planta que faltava era uma espécie trepadeira, ou seja, ela estaria grudada em alguma outra planta ou arvore. Em seu livreto haviam informações sobre possíveis locais que a encontraria, o menino queria sair o mais rápido possível dali e então procurava em locais mais seletos, graças a sua boa memória ele sabia que os locais que havia ido antes seriam inúteis assim partia para em direções diferentes.


Ele andava pouco, cerca de 3 horas até encontrar uma grande arvore com as plantas amarelas emaranhadas a um dos galhos mais altos.
- Não sei subir...Não lidar com altura ... - Ele reclamava mas começava a subir.

Antes mesmo de chegar no galho ele ouvia barulhos na árvore, várias pássaros habitavam aquela grande e frondosa árvore. Não demorava muito para que os mesmo atacassem Merlin com seus bicos e garras.

Ele se desequilibrava e caia de costas no chão gramado fazendo muito barulho. As aves não paravam atacando seus braços e pernas, alguns até mesmo sua cabeça. Ele chorava e se agitava muito tentando se livrar delas. O menino escondia seu rosto no tronco da grande arvore deixando as aves acertarem suas costas, cabeça e braços.

Em um surto de raiva o menino colocava o dedo em um dos seus ferimentos, molhando o dedo com sangue. No caule da arvore ele desenhava um falcão.
- Desenho da imitação da super besta! - Ele gritava.

Apesar de não haver papel ou tinta, Merlin improvisava com sangue e o caule da arvore. Um grande falcão vermelho - devido ao sangue usado como tinta - surgia, o que assustava os pássaros que se afastavam e fugiam. O falcão voava até o alto da arvore e usando suas garras puxava as plantas amarradas ao galho.
- Falcão...Eu sei lidar! - Ele exclamava, aparentemente contente.

O menino recolhia as plantas de Alamanda no chão, ele esperava usar o falcão para retornar ao tronco, mas o mesmo explodia em sangue se desfazendo. O chakra de Merlin era pouco naquela idade tão pequena, ele também estava cansado  e sem muita nutrição...

Restava então caminhar, e assim o menino fazia levando as plantas de volta ao tronco.

-Ma...mãe! - Ele gritava largando tudo no chão e correndo até ela. Porém ele parava ao ver outra pessoa a seu lado. - irmão.... - 

Ao lado da mulher, estava Solomon, o irmão mais velho de Merlin. Solomon estava já com uma mochila com todas as planta recolhidas por Merlin. Ele desaparecia, re aparecendo atrás de Merlin recolhendo do chão a ultima planta.

- Merlin, vamos logo, já recolhemos tudo o que você deixou aqui, vamos voltar para casa para que você termine isso logo. - A mulher falava de forma séria, como sempre.
- Não se preocupe Merlin, você se sairá bem - Solomon passava a mão na cabeça de Merlin e ele simplesmente desmaiava.

Merlin acordava em seu quarto. Havia um prato com várias comidas que o menino devorava em instantes tudo.

A porta se abria e a mulher entrava. - Merlin, aqui está a sacola com suas plantas, o livro e alguns potes para que faça a mistura. Seja rápido, quero testar isso logo - A mulher não dava tempo para Merlin falar ou se levantar, ela deixava tudo no quanto da porta e já a fechava novamente.

Merlin pegava a sacola com as plantas e o livreto. Ele lia rapidamente como fazer a mistura e então começava.

Usando luvas, ele pegava as plantas e picotava as folhas de Alamanda e Tinhorão, colocava-os em um pote e usava um socador para terminar de triturar e amassar as folhas.

Em um outro pote colocava o leite da coroa de cristo, que era o fator venenoso da planta. Ele enxia o pote e depois misturava tudo com a massa formada a partir das floras da planta.

Trocava de pote novamente, para um maior e mais fundo, e usando um socador com astes, o menino batia toda aquela substancia até que ficassem bem liquida e diluída.
- Eu..eu.. to sabendo lidar com isso - Ele se alegrava um pouco.


Depois de alguns minutos a Mãe voltava recolhendo a mistura. - Merlin, já sabe...Se não der certo você não comerá por quatro dias. - Ela dizia.
- Tu..tudo bem...Eu, eu sei lidar agora mamae! - Ele respondia.

A mulher fechava a porta dando um sorriso curto com o canto da boca, Merlin parecia estar evoluindo mentamente...

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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Seg Nov 27, 2017 2:18 pm

1° Parte - Aprovado
2° Parte - Aprovado

Objetivos - 3° Parte
- Preparar o veneno e deixa-lo pronto para uso.
- Caçar um animal.
- Matar com veneno

Cada parte/Capitulo deve possuir um titulo
Cada parte/capitulo deve ser postado separadamente
Cada parte/capitulo sera avaliada individualmente, existiram apenas duas chances em cada etapa para aprovação final em caso de falha

- Essa é a ultima etapa do Filler ;D


Última edição por Um em Sex Dez 01, 2017 2:24 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Merlin em Seg Nov 27, 2017 11:49 pm

Uma gota de Morte

Merlin começava a fazer uma nova mistura, começava com a flor de Alamanda - planta possui efeito purgante, uma vez no organismo do alvo causa um grande desarranjo intestinal, muitas vezes quando ingerida por animais acabava por mata-los devido a seu forte efeito....- Falava o menino sozinho em seu quarto.

Ele colocava as folhas e flores em um pote e as amassava misturando um pouco de água. A mistura ficava com uma cor amarelada suave.

Depois partia para a próxima planta, a coroa de cristo. - A planta é leitosa e seu leite que é de fato e problema toxico. O leite da planta causa irritações fortes na pele e nas mucosas  - ele continuava a falar sozinho enquanto misturava o leite da planta ao liquido criado com as folhas de Alamanda. A mistura ficava quase branca, com uma coloração levemente amarelada.

- Tironhão... nas folhas avermelhadas tem Oxalato de cálcio, que é uma construção biológica da planta que parece agulhas, se entrar no corpo pode causar ferimentos internos... - Ele continuava falando.

Merlin, pegava as folhas vermelha de tinhorão e as misturava junto ao liquido anteriormente feito, devido a cor do tinhorão, o liquido ficava em um tom de vermelho/rosa claro.

- Merlin, vamos tentar nesses bichinho hoje  - A mãe trazia dois coelhos - faça - ela mandava.
O menino não reclamava, ele apenas pegava uma kunai molhava no liquido e cortava o coelho. Com uma seringa ele pegava o liquido e fazia com que  outro coelho ingerisse.

Assim que a mistura toxica teve contato com o interior do segundo coelho, o mesmo já estava fadado a seu fim. O animal começou a vomitar e defecar em desespero, sua boca e nariz inchavam irritados e ele demonstrava grande problema em respirar, até que no fim cuspindo sangue e vomito, o pequeno coelho faleceu.

O segundo coelho no entanto demorou um pouco mais, pois foi necessário que a corrente sanguínea levasse o veneno pelo corpo, o local onde foi cortado ficou com resquícios do veneno e por isso a pele ao seu redor ficou vermelha, sensível e muito irritada. O ferimento em sí parecia mais feio e incomodante que o normal devido as propriedades do ultimo ingrediente, quando finalmente o veneno fez efeito. O pequeno coelho teve um morte mais rápida que o anterior, isso por que acabará morrendo por irritações e pequenos ferimentos internos além da congestão.

- Eu lidei bem com isso... - Merlin soltava um pequeno sorriso.
- Muito bem Merlin, falta apenas mais um teste para que você volte a suas atividades normais... vamos a floresta novamente - ela sorria maliciosamente.

- Flo..floresta... de novo? - O menino falava e no mesmo instante seus olhos já piscavam duro e dormia.

- Merlin? - Solomon perguntava.
- So..solomon...o que você.. - Falava meio sonolento.
Solomon se afastava, ele ficava ao lado da mulher. Os três estavam em uma densa mata fechada, Merlin se levantava ainda um pouco sonolento.

- Pegue Merlin - Solomon entregava pincel e pergaminho para seu irmão mais novo.
- Essa mata é onde vivem alguns tigres gigantes, você precisa caçar um deles e matar com o veneno que criou - Enquanto a mãe terminava de falar, Solomon entregava também o frasco com o veneno que Merlin havia criado. - Vá Merlin, não vamos observar de longe, mas não pense que vamos salvar você se precisar, vire-se sozinho - A mãe comentava. Solomon e a mulher simplesmente desapareciam em um rápido movimento.

- Eu...eu não sei lidar com tigres.... - Merlin reclamava. O menino estava vestido com um protótipo do seu fantoche King Hassan, o mesmo ainda não possuía o sistema de desenho automático, os selos de anexamento e deslacramento e o sistema de estrutura e resistência.

O menino pensava por alguns instantes sozinho na mata. Ele pegava o pergaminho e desenhava um pássaro que saia do papel logo em seguida, montava no mesmo e começava a voar por cima das arvores enquanto procurava um tigre gigante.

Em algumas horas, o jovem localizava do alto um tigre gigantes deitado em um galho de uma grande arvore. O tigre não parecia preocupado com inimigos ou predadores, afinal ele era o maior animal daquele local.

- Matar com veneno...Eu sei como lidar com isso! - O menino parecia ter alguma ideia. Ele liberava o esqueleto nas costas de seu fantoche, e então abria um pequeno compartimento do esqueleto despejando um pouco do veneno no mesmo. O compartimento que Merlin havia aberto era o do sistema de fios do fantoche, ao despejar veneno no mesmo, em pouco tempo todos os fios do fantoche ficariam prontos para envenenar o inimigo.

Depois Merlin pousava em uma arvore próxima, ele começava o combate para com o tigre gigante.

O animal logo sentiu algo estranho quando o esqueleto pulava de uma arvore pelo lado esquerdo do animal. O mesmo em um instante saltava para outro galho virando-se para o esqueleto.
- AAAAARH! - Rugia o animal laranja.
O esqueleto a frente do animal fazia movimentos circulares com seus braços, o barulho característico de fantoches ecoava do mesmo fazendo o animal ficar atento.

A uma distancia segura, Merlin mandava seu falcão de tinta avançar pelos céus para ataca o tigre. Enquanto isso, ele despejava um pouco do veneno no pergaminho e usava além da tinta e do pincel o veneno para desenhar. Ele criava cobras de uma coloração escura porem meio avermelhada devido ao veneno. As serpentes começava a se enroscar pelos galhos e seguiam em direção ao animal selvagem.

O tigre movia-se desviando dos ataques do esqueleto e do falcão. Era fácil para o animal prever cada movimento, o esqueleto sempre atacava com seus braços e com linhas negras que saiam de seu corpo, os braços do mesmo eram como laminas movendo-se de um lado para o outro sempre na horizontal, enquanto os fios agiam como chicotes. O falcão descia em rasantes quando o esqueleto aparentemente pressionava o animal.

Em um desses muitos rasantes, o falcão de tinta era atacado no momento em que tentava ganhar altitude novamente, o tigre grudava em suas costas com facilidade, não era de se esperar que apenas um apertar das garras da ferra fizesse o falcão explodir em tinta manchando a pelagem do animal de preto.

Aproveitando nesse momento, onde a tinta corria pelas patas e peito do animal, o esqueleto avançava pelo ponto cego do mesmo para corta-lo. Porém, não seria fácil, os sentidos aguçados do mesmo fizeram-no sentir o perigo e se virar com agilidade. Nesse momento o esqueleto já estava bem próximo e o animal avançou com sua boca mordendo a cintura/tronco do esqueleto que quebrava ao meio facilmente.

Merlin a distancia não parecia preocupado, ele mantinha-se focado no combate.

O esqueleto mesmo que partido ao meio não deixava de executar sua função, os braços moviam-se fincando suas pontas afiadas nos ombros do animal enquanto os fios negros faziam pequenos cortes no pescoço e na face da criatura. O tigre usava suas patas e movia a cabeça para terminar de destruir o esqueleto.
- ARRGGH! - O tigre rugia em direção a Merlin.

O tigre parecia ter vencido, porém várias cobras caiam do alto dos galhos e subiam por baixo. Elas enrolavam-se nas patas e nas costas do animal, mordendo-o a medida que apertavam mais. Entre Rugidos o animal librava-se das cobras tendo seu corpo nas arvores e usando suas garras e presas para as destruir. Como resultado, o tigre estava com várias mordidas de cobra pelo corpo além de tinta em sua pelagem e boca.

- ARRRGG! - Ele rugia vendo e varejando a distancia seu perseguidor. O tigre partia para a caçada.

O menino acreditava que aquela distancia o livraria de um combate direto para com o animal, porém ele estava errado. Em questão de alguns piscares de olhos o grande tigre estava bem a sua frente.
- AARRGH! - Rugia

- Oh...Eu...eu não sei lidar com isso... - comentava o menino, ele despejava veneno no pergaminho e desenhava leões, cinco grandes leões que saltavam do papel ficando a sua frente como uma espécie de barreira "viva".

O grande tigre começava a correr e os leões de tinta faziam o mesmo. Os leões tentavam cercar o grande animal. O tigre olhava atentamente para cada um deles, um salto rápido o tigre com sua boca prendia um deles, colocava a pata sobre o mesmo e usando as presas e garras destruía o leão de tinta. Os outros quatro saltavam sobre ele mordendo e o cortando, o tigre caia ao chão sobre um do leões que já era destruído, com suas garras ele apertava um outro que explodia em tinta.

Agora faltava apenas um que recuava para perto de Merlin, o tigre rugia alto e avançava.

Merlin usava o protótipo de King Hassan para tentar se distanciar mais, mas era impossível, o tigre terminava por destruir o ultimo leão de tinta e avançava sobre ele. Graças ao sistema de propulsão, Merlin movia-se com maior velocidade conseguindo desviar da maioria dos ataques do tigre e causar alguns com os fios, a grande maioria dos cortes que Merlin fazia eram nas patas do animal e nos ombros que eram os pontos que o mesmo conseguia desviar.

O tigre com sua pata direita acertava Merlin jogando-o de cima da arvore. O menino caia pesado no chão o fantoche já estava praticamente todo quebrado, provavelmente algum osso havia de partido na queda.

- argg...gin.... - Ecoava do alto da arvore.

O tigre chegava ao solo logo depois de Merlin, porém ele não parecia bem. A respiração estava ofegante, ele tremia, a boca espumava e parecia inchada. Os ferimentos do tigre estavam ainda abertos  e sangrando muito, além de todo o seu corpo estava irritado, vermelho e machado.

- Finalmente - Resmungava Merlin baixinho. Aquilo era o efeito do veneno, o animal era bem grande e por isso demorou mais do que o esperado para que o veneno fizesse efeito, foram necessários varios cortes e ferimentos em várias partes do corpo para que o veneno chegasse a atingir grande parte da fera.

O tigre era durão, mesmo já com todos aqueles problemas ele avançava até Merlin para terminar de mata-lo, porém centímentos antes do animal abocanhar o jovem, ele cambaleava e caia ao chão pesadamente sobre as pernas de Merlin, o tigre gravava sua pata no ombro do garoto, mas falecia logo em seguida.

Merlin sofria com a dor de seus ferimentos, ele estava com alguns ossos quebrados e as garras do tigre ainda fincadas em seu ombro, além de que o animal não era leve, aos poucos estava esmagando as pernas do menino.

Depois de alguns minutos Solomon aparecia e retirava a pata da ferra cuidadosamente do ombro do garoto e com dificuldade arrastava o animal para que as pernas de Merlin ficassem livres.

- Muito bom Merlin, não achei que fosse conseguir - Solomon comentava. - Vamos pra casa agora - Ele dizia colocando a mão na testa do garoto que simplesmente apagava.

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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

Mensagem por Um em Sex Dez 01, 2017 3:04 pm

1° Parte - Aprovado
2° Parte - Aprovado
3° Parte - Aprovado

Filler Complexo Aprovado - Rank B
Recompensas:
- Conhecimento adquirido: Criação e utilização de Venenos
- 260 xp
- 1.000 $
- 8 Pontos de Jutsu
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Re: [Filler Complexo #1] Merlin

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